Macedo, UllaSantana, Maiara Damasceno da SilvaAlmeida, Maria da Conceição Chagas deMenezes, Greice Maria de SouzaSantos, Jamile Mendes da SilvaBonan, ClaudiaReis, Ana Paula dosMcCallum, Cecilia AnneRodrigues, Andreza PereiraFranciscone, Maria Theresa2026-02-262026-02-262023-10-302358-1824https://repositorio.ippdh.mercosur.int/handle/123456789/168Objetivo:refletir sobre o acesso a serviços de saúde para infertilidade e reprodução humana assistida durante o período da pandemia de COVID-19, na perspectiva da justiça reprodutiva. Metodologia:utilizou-se dados do inquérito onlineda pesquisa Pandemia de COVID-19e práticas reprodutivas de mulheres no Brasil, que obteve 8.313 respostas de mulheres residentes em todas as regiões do país, de 18 anos ou mais. O questionário autoaplicável circulou entre julho e outubro de 2021, contendo questões fechadas eabertas. A análise descritiva das respostas objetivas de 242 mulheres que referiram buscar atendimento para infertilidade contou com o cálculo de frequências simples das variáveis. Já os textos escritos nos espaços abertos do questionário foram submetidosà análise temática. Resultados:oestudo verificou a existência de barreiras institucionais e não institucionais para os cuidados da infertilidade, ambas incrementadas pela pandemia. Conclusão:recomenda-se a efetivação de política pública que garanta acesso pleno a todas as pessoas, haja vista que o tratamento para infertilidade e reprodução assistida tende a se restringir a mulheres cisgênero, de camadas médias e altas, mais escolarizadas e majoritariamente brancas.ptInfertilidade, justiça reprodutiva e pandemia de COVID-19: reflexõessobre acesso e barreirasArticle